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Quem Sou

No início era um hobbie... Aos 15 anos Pedro Vilela fez um curso de fotografia para entender um pouco da técnica desta arte. Aos 18, para escolher um curso na faculdade, não teve dúvidas – a paixão pela fotografia e a vontade de ser um fotojornalista, o fizeram entrar no Jornalismo. 

Da faculdade para o primeiro jornal diário...  
Foram 6 anos no fotojornalismo diário em dois jornais de Belo Horizonte – O Tempo e Estado de Minas. Foi pelo jornal O Tempo, aos 25 anos, que cobriu a Copa do Mundo da Alemanha.  

No começo de 2008 passou a colaborar com os jornais O Globo e o Estado de São Paulo, em pautas de BH. Além de parcerias com agências de notícias – Agif, Agencia Estado, Futura Press e Agência O Globo - nas coberturas de esportes.

Faz trabalhos, de freelancer, para revistas - como a Veja, CNT, Caras, DOC, e outras... E para portais - como o Terra e DomTotal.

A experiência em revista aumentou ainda quando foi convidado para integrar a equipe de fotografia da revista Viver Brasil.  


André Feltes/Ag.RBS
Pedro produz também fotos divulgação e publicitárias para assessorias de imprensa, agências de publicidade e empresas dos mais diversos ramos. 

Pedro adquiriu experiência em praticamente todas as áreas da fotografia: política, economia, polícia, cultura, esportes, gastronomia e moda. Não só no jornalismo mas também na fotografia institucional.  

Desde 2007 ele divide um pouco do que sabe com alunos da faculdade de Comunicação e Artes do Centro Universitário Una, onde é professor nos cursos de Jornalismo, Publicidade e Cinema.





"Os vestígios das imagens criadas pelo olho da câmera de Pedro Vilela invadem espaços da memória e do tempo. O curioso das suas imagens é que elas têm olhos. Elas olham aqueles que pretendem vê-las. São como escritas arcaicas que registram mais do que anunciam. Seu “cotidiano”, sua “gente” seus “jogadores”, seus “modelos”, seus “humilhados e ofendidos” e seu “ povo alegre” inventam uma realidade mais verdadeira que a própria realidade. Ele não fotografa os objetos: cria objetos que nos fotografam. Pedro não é um retratista, ele alumia o escuro dos objetos. Agora, sim, entendemos o título iluminador do livro de Clarice Lispector A maça no escuro. 
A ficção criada pela lente de Pedro Vilela é mais visceral que a realidade em chamas. Fazer retratos, muitos podem fazer. Criar mundos, como ele os faz, só para os que de fato têm olhos. "

Geraldo Martins - Psicanalista, Professor, Escritor e Amante da Fotografia